planejamento
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Os Cadernos de Drenagem são estudos técnicos detalhados, desenvolvidos pela SIURB/PMSP com apoio técnico da FCTH, que analisa o sistema de drenagem urbana em uma área específica. Ele contém diagnósticos sobre a infraestrutura existente, identificação de áreas de risco de alagamento e propostas de intervenções para o controle de cheias. O estudo considera aspectos hidrológicos, hidráulicos e urbanísticos, propondo soluções sustentáveis para a mitigação de inundações e a melhoria da gestão da drenagem no município de São Paulo. Polígonos que representam as áreas de estudo de cada Caderno de Drenagem, abrangendo as bacias hidrográficas e, quando existentes, suas Áreas de Contribuição Direta (ACD). Essas feições geográficas são essenciais para a análise hidrológica e hidráulica, pois delimitam os territórios onde ocorrem o escoamento superficial, a interação com o sistema de drenagem urbana e os impactos das precipitações. A delimitação dos polígonos é realizada com base em modelos digitais de terreno, dados topográficos, cartográficos e cadastros da rede de drenagem, permitindo uma representação precisa das condições naturais e artificiais da bacia.
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A 2ª Edição do Plano de Ações do Plano Diretor de Drenagem (PDD) reúne as intervenções prioritárias de macrodrenagem propostas pela PMSP para as bacias hidrográficas do Município de São Paulo. O trabalho foi desenvolvido pela Secretaria de Infraestrutura Urbana e Obras (SIURB) em parceria com a Fundação Centro Tecnológico de Hidráulica (FCTH). O objetivo do plano de ações é estabelecer um sistema de classificação das obras de macrodrenagem, servindo como diretriz para a definição da ordem de execução das intervenções voltadas ao controle de cheias no longo prazo. Diante da complexidade da gestão das águas pluviais no município, foi adotado um modelo de análise de decisão multicritério, que atribui pontuações aos principais atributos de cada obra, considerando sua importância por meio de critérios, subcritérios e pesos específicos. A hierarquização das obras resulta da aplicação desse modelo e busca atender tanto à demanda da população afetada por inundações quanto à necessidade do poder público de alocar recursos de forma mais eficiente. Novas edições serão elaboradas em função do avanço do planejamento das bacias hidrográficas do município de São Paulo por meio de seus cadernos de drenagem. Polígonos que representam as intervenções no PDD 2ª Edição abrangem tanto o Plano de Ações quanto o Programa de Obras da PMSP. No caso das intervenções do Plano de Ações, são apresentados seus principais atributos, juntamente com a nota final recebida, na escala de 1 a 5, e sua classificação no ranking entre as 97 obras avaliadas. As intervenções do Programa de Obras incluem apenas suas principais características, pois compreendem intervenções que já constam no planejamento de curto prazo da prefeitura. Vale ressaltar que as para obras lineares (como galerias, canais e diques), foi gerado um polígono com um buffer de 1,5 m, utilizando a linha da intervenção como referência. No caso de obras pontuais (como ampliação de travessias, alteamento de pontes, etc.), o buffer utilizado foi de 2,5 m.
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A camada de potencial de infiltração foi desenvolvida para apoiar a identificação de áreas mais adequadas à implantação de medidas que favoreçam a infiltração de águas pluviais, como jardins de chuva, pavimentos permeáveis e outras soluções sustentáveis de drenagem urbana. Aplicável a iniciativas públicas e privadas, essa camada contribui para o planejamento técnico e estratégico de infraestruturas verdes, considerando os atributos de tipologia de solo (dentro ou fora da planície aluvial) e declividade. Seu uso visa aumentar a resiliência do sistema de drenagem com a implantação de medidas de drenagem sustentáveis, reduzir impactos da impermeabilização e promover benefícios ecossistêmicos no ambiente urbano, como recarga do lençol freático, regulação microclimática, melhoria da qualidade ambiental e ampliação das áreas permeáveis. Malha de hexágonos com 10 m entre lados paralelos cobrindo o município de São Paulo. Cada hexágono apresenta uma classificação de potencial de infiltração: Alto (declividade entre 0% e 10% fora da planície aluvial), Médio (declividade entre 10% e 30% fora da planície aluvial e entre 0% e 30% dentro da planície aluvial) e Baixo (declividade superior a 30%). A presença de solo aluvial é determinada pelo layer “Carta Geotécnica 2024” e a declividade do terreno pelo levantamento LIDAR 2017.
Catálogo de Metadados Geográficos