Empresa de Tecnologia da Informação e Comunicação do Município de São Paulo - PRODAM
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Índice das Cartas de Vegetação Significativa em formato raster.
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Cartas da vegetação significativa do município de São Paulo, realizada pela Secretaria do Meio Ambiente do Estado de São Paulo no 1988. Escala de 1:10.000 na região central, oeste e leste. Escala de 1:25.000 no extremo sul e norte do Município.
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Mosaico da publicação realizada pela Secretaria do Meio Ambiente do Estado de São Paulo no 1988. Escala de 1:10.000 na região central, oeste e leste. Escala de 1:25.000 no extremo sul e norte do Município.
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Locais em que são identificadas manifestações arqueológicas diversas, mas que não é possível a plena realização de sua contextualização arqueológica. Identificados em várias fontes, tais como: relatórios técnicos de pesquisas arqueológicas, presentes no IPHAN-SP e no Centro de Arqueologia de São Paulo (CASP) do Departamento do Patrimônio Histórico (DPH); documentos das coleções arqueológicas resgatadas na cidade de São Paulo localizadas no Museu de Arqueologia e Etnologia da USP (MAE-USP) e no DPH/CASP; publicações científicas e de revistas históricas. Este levantamento foi realizado por Renato Mangueira e é apresentado detalhadamente em dissertação de mestrado pelo MAE-USP – “Cartas Arqueológicas para a Cidade de São Paulo: estabelecimento de modelo de potencial para a preservação de bens arqueológicos” (2018), que contou com apoio institucional do CASP/DPH. Tem sido atualizada com as novas pesquisas realizadas na cidade.
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Locais onde foram encontrados vestígios de ocupação humana passíveis de contextualização pela Arqueologia. Para este levantamento foram utilizadas diversas fontes de informação: fichas do Cadastro Nacional de Sítios Arqueológicos - CNSA, presentes na Superintendência do IPHAN-SP; relatórios técnicos de pesquisas arqueológicas, presentes também no IPHAN-SP e no Centro de Arqueologia de São Paulo (CASP); documentação das coleções arqueológicas resgatadas na cidade de São Paulo localizadas no Museu de Arqueologia e Etnologia da USP (MAE-USP) e no CASP; publicações científicas e de revistas históricas. Este levantamento foi realizado por Renato Mangueira, e é apresentado detalhadamente em dissertação de mestrado pelo MAE-USP – “Cartas Arqueológicas para a Cidade de São Paulo: estabelecimento de modelo de potencial para a preservação de bens arqueológicos” (2018), que contou com apoio institucional do Centro de Arqueologia de São Paulo – CASP, do Departamento do Patrimônio Histórico - DPH. Tem sido atualizado com as novas pesquisas e está compatibilizado com os dados disponibilizados pelo IPHAN em setembro de 2024.
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Lotes ou edificações objeto de tombamento pelo CONPRESP - Conselho Municipal de Preservação do Patrimônio Histórico, Cultural e Ambiental da Cidade de São Paulo, cuja resolução possui indicações de ações de proteção ao Patrimônio Arqueológico.
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Índice do MDT/MDS gerados a partir de Nuvem de ponto, em arquivo tipo laz articulado, proveniente de aerolevantamento com LiDar/laser. Levantamento Lidar realizado de fev a jun de 2017, com o sensor Optech Gemini aerotransportado (em helicóptero) de características seguintes: Frequência 100-125 KHz; ângulo de varredura 18-25 graus; divergência do feixe 0,25 mrad; altura média de voo 700m, densidade nominal média de 8 ptos/m2 com resultado variável dependendo da cobertura do terreno por outras feições (edificações, vegetação, obras viárias, etc). Serviço contratado pela PMSP e executado pelo Consórcio Green.
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Auxílio à Navegação, é um indicativo de referência (linha) para determinação da distância do local em análise em relação aos equipamentos avaliados. Dá-se o nome de cadastro aeroportuário ao conhecimento de toda a infraestrutura aeroportuária utilizada pela aviação de uma forma permanente. O mapeamento detalhado das terminais, com a localização das pistas, dos pátios e dos equipamentos instalados nas áreas circunvizinhas, faz parte do "Cadastro Técnico Multifinalitário”. Esta é a fonte principal de dados para a elaboração de diversos tipos de cartas aeronáuticas, tais como Cartas de Aeródromo, Cartas de Estacionamento, Cartas Topográficas de Aproximação de Precisão, entre outras, bem como para projetos de instalações, planos aeroportuários e muitas outras aplicações. O conjunto de cartas que compõem este mapeamento especial denomina-se Programa Cartográfico Aeroportuário e de Proteção ao Voo (PROCAPV). As áreas mapeadas no PROCAPV cobrem em cada aeroporto uma área média de 150 km². Esse é um programa de longo prazo e de atualização contínua, em face das constantes modernizações realizadas nos principais aeroportos brasileiros. Fonte do Dado: Departamento de Controle do Espaço Aéreo - DECEA do Comando da Aeronáutica (COMAER).
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Auxílio à Navegação, é um indicativo de referência (ponto) para determinação da distância do local em análise em relação aos equipamentos avaliados. Dá-se o nome de cadastro aeroportuário ao conhecimento de toda a infraestrutura aeroportuária utilizada pela aviação de uma forma permanente. O mapeamento detalhado das terminais, com a localização das pistas, dos pátios e dos equipamentos instalados nas áreas circunvizinhas, faz parte do "Cadastro Técnico Multifinalitário”. Esta é a fonte principal de dados para a elaboração de diversos tipos de cartas aeronáuticas, tais como Cartas de Aeródromo, Cartas de Estacionamento, Cartas Topográficas de Aproximação de Precisão, entre outras, bem como para projetos de instalações, planos aeroportuários e muitas outras aplicações. O conjunto de cartas que compõem este mapeamento especial denomina-se Programa Cartográfico Aeroportuário e de Proteção ao Voo (PROCAPV). As áreas mapeadas no PROCAPV cobrem em cada aeroporto uma área média de 150 km². Esse é um programa de longo prazo e de atualização contínua, em face das constantes modernizações realizadas nos principais aeroportos brasileiros. Fonte do Dado: Departamento de Controle do Espaço Aéreo - DECEA do Comando da Aeronáutica (COMAER).
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Contempla os Planos Básicos de Zonas de Proteção de Aeródromos (PBZPA) que são os conjuntos de superfícies limitadoras de obstáculos os quais estabelecem as restrições impostas ao uso e ao gabarito das edificações dentro da zona de proteção de um aeródromo, no caso de São Paulo, Congonhas, Marte e Guarulhos. Plano Básico de Zona de Proteção de Aeródromo (PBZPA). PORTARIA Nº 1424/ DGCEA, DE 14 DE DEZEMBRO DE 2020-ICA_11-408 (item 10.2); PORTARIA DECEA Nº 15/ICA, DE 14 DE JULHO DE 2015; PORTARIA DECEA Nº 21/ICA, DE 14 DE JULHO DE 2015; PORTARIA DECEA Nº 380/ICA, DE 1º DE NOVEMBRO DE 2017. Os perímetros publicados contam com um buffer de segurança de 1 metro.