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  • Estações de trem da Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM) e das empresas concessionárias.

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    Compartimento que representa o solo formado pela deposição de sedimentos transportados por cursos hídricos, de consistência mole e compressível (solo compressível). Corresponde a parte integrante da Carta Geotécnica. O zoneamento geotécnico da Carta Geotécnica de Aptidão à Urbanização do Município de são Paulo se fundamenta especialmente em características de relevo, geologia e solos presentes no território municipal, considerando-se a avaliação do comportamento dos processos geodinâmicos e hidrológicos atuais e/ou prováveis frente à ocupação do solo. Assim, com base em dados e informações das Unidades Geotécnicas definidas (UGs), pode-se efetuar a análise relativa para fins de classificação geral da aptidão geotécnica de cada UG. O uso da carta geotécnica demanda obrigatoriamente a consulta ao QUADRO LEGENDA e ao GUIA DE USO.

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    O zoneamento geotécnico da Carta Geotécnica de Aptidão à Urbanização do Município de são Paulo se fundamenta especialmente em características de relevo, geologia e solos presentes no território municipal, considerando-se a avaliação do comportamento dos processos geodinâmicos e hidrológicos atuais e/ou prováveis frente à ocupação do solo. Assim, com base em dados e informações das Unidades Geotécnicas definidas (UGs), pode-se efetuar a análise relativa para fins de classificação geral da aptidão geotécnica de cada UG. O uso da carta geotécnica demanda obrigatoriamente a consulta ao QUADRO LEGENDA e ao GUIA DE USO.

  • O Centro de Referência de Assistência Social – CRAS é uma unidade pública estatal de base territorial, localizada em áreas de vulnerabilidade social. Executa serviços de proteção social básica, organiza e coordena a rede de serviços socioassistenciais, locais da política de assistência social. Dada a sua capilaridade nos territórios se caracteriza como principal porta de entrada dos usuários à rede de proteção social do Sistema Único de Assistência Social – SUAS. Para download estão disponíveis os dados desde 2005. A camada do GeoSampa apresenta apenas o arquivo de data mais recente.

  • Linhas de trem da Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM) e empresas concessionárias.

  • Parte significativa dos vetores de drenagem é resultado da restituição do Modelo Digital da Cidade (MDC) de 2004, utilizando curvas de nível. Este trabalho de identificação da linha de drenagem no terreno contribuiu para a formação da base cartográfica do sistema de drenagem urbana no Município de São Paulo. Outra parte dos traçados da rede de drenagem foi vetorizada a partir dos dados dos estudos realizados pela Fundação Centro Tecnológico de Hidráulica – FCTH para o Plano Diretor de Drenagem, previstos em contrato da FCTH pela Secretaria Municipal de Desenvolvimento Urbano (atual SMUL) em 2012. Este plano conduziu à vetorização da drenagem em áreas críticas com escopo de melhorias da eficiência do sistema de drenagem no município. Com foco no planejamento da drenagem urbana em bacias hidrográficas, a Secretaria Municipal de Infraestrutura Urbana e a FCTH desenvolvem os Cadernos de Bacias Hidrográficas, desde 2016. Os Cadernos fornecem informações atualizadas a respeito da rede hídrica, que são essenciais para a gestão eficaz das águas pluviais em áreas urbanas. Estes estudos têm como base a caracterização da situação atual da rede de drenagem, complementada e/ou verificada em campo por meio de levantamento topográfico. Além do mapeamento da rede hídrica, há a descrição detalhada do sistema de drenagem principal. Estas informações são incorporadas na atualização do traçado da rede de drenagem, aprimorando a precisão e a qualidade dos dados.

  • Os dados disponibilizados no GeoSampa referem-se às solicitações realizadas pelos canais SP156, que possuem dados de georrefenciamento e que foram realizadas nos últimos 6 meses disponíveis no Portal de Dados Abertos. Os dados indicam o retrato das solicitações na data da última atualização dos dados do Portal de Dados Abertos. Para mais informações sobre os dados, consulte a nota introdutória e o arquivo "Glossário Dados SP156 - 2015 em diante", disponíveis em:

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    Bairros-jardim protegidos por legislação de preservação, que impede sua alteração sem prévia anuência dos órgãos competentes. São bens que possuem valor histórico, cultural, arquitetônico e ambiental, integrando o patrimônio cultural da cidade de São Paulo. Podem ser protegidas as ruas e seu traçado, além de serem estabelecidas diretrizes de ocupação dos lotes, visando manter a densidade arbórea e permeabilidade do solo. A camada ‘bairro ambiental’ está em constante construção.

  • Área de influência ferroviária. Terrenos limítrofes à faixa ferroviária devem respeitar a faixa non aedificanti de 15 metros, conforme previsto na Lei Federal n° 6766.

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    Esta série de mapas, 2010 a 2015, constitui o conjunto antecessor aos atuais mapas de Uso do Solo Predominante, e foi descontinuada em fevereiro de 2024. Assim como a série de mapas vigente, os mapas de Uso do Solo Predominante 2010 a 2015 foram produzidos pela, atualmente, Secretaria Municipal de Urbanismo e Licenciamento (SMUL), a partir do processamento dos dados do Imposto Predial e Territorial Urbano – Emissão Geral (IPTU-EG) (1) e do mapa de quadras da Secretaria Municipal da Fazenda (2). A classificação das tipologias de uso do solo (3), no entanto, difere da série atual, estabelecendo 14 tipologias (4). Com o intuito de possibilitar a leitura de grandes territórios, a quadra fiscal (5) foi instituída com unidade mínima de análise. A predominância foi estabelecida a partir da distribuição percentual dos dados uso do solo de cada quadra fiscal. A tipologia com percentual maior ou igual a 60% determinou a predominância de uso do solo da quadra. As quadras em que nenhuma das tipologias desta classificação atingiu 60% de área construída, foram classificadas como “Sem predominância”. Os dados de uso do solo do IPTU-EG foram georreferenciados sobre a mapa de quadras da Secretaria Municipal da Fazenda a partir do número de SQ (6). Contudo, em razão da diferença da data (7) de atualização e de coleta dessas bases, alguns números de SQs do IPTU-EG não obtiveram correspondência com a base do mapa. Em vista disso, algumas quadras foram classificadas como “Sem Informação”, o que na série atual foi alterado para “Sem Correspondência”. A tipologia H13, “Terrenos Vagos”, difere-se das outras por considerar a ausência de área construída para classificação do uso do solo em um lote. Considerando, portanto, que a predominância de uma quadra é determinada pela tipologia com o maior percentual de área construída, as quadras cuja predominância é H13 possuem somente lotes vagos. Esta série, atualmente, encontra-se na seção de download do Geosampa, em Uso Predominante do Solo (descontinuado). Notas: 1: Dados de cadastro imobiliário da Secretaria Municipal da Fazenda (SF). 2: Mapa produzido pela Secretaria Municipal da Fazenda (SF) em banco de dados Oracle geográfico com software Autodesk Map nas escalas 1:1.000 para áreas urbanizadas e 1:5.000 para áreas com baixa ou nenhuma ocupação. 3: A classificação uso do solo construída foi gerada a partir do cruzamento das categorias “uso” e “padrão”, presentes no IPTU-EG (Imposto Predial Territorial Urbano -Emissão Geral), categorias estas estabelecidas pela Tabela V, anexa à Lei 10.235, de 16 de dezembro de 1986, atualizada pela LEI Nº 15.044, DE 3 DE DEZEMBRO DE 2009. Cabe ressaltar que o método utiliza como base o IPTU-EG, portanto apenas os lotes inscritos na Secretaria Municipal da Fazenda (SF) são considerados. 4: H01-Residencial Horizontal Baixo Padrão; H02-Residencial Horizontal Médio/Alto Padrão; H03-Residencial Vertical Baixo Padrão; H04-Residencial Vertical Médio/Alto Padrão; H05-Comércio e Serviços; H06-Indústria e Armazéns; H07-Residencial e Comércio/Serviços; H08-Residencial e Indústria/Armazéns; H09-Comércio/Serviços e Ind./Armazéns; H10-Garagens; H11-Equipamentos Públicos; H12-Escolas; H13-Terrenos Vagos e H14-Outros. No arquivo de legenda constam ainda H00-Sem Informação e H15-Sem Predominância. Estas, no entanto, não são tipologias de uso do solo. 5: O mapa de quadras da Secretaria Municipal da Fazenda (SF) compreende quadras fiscais, municipais, rurais e divergentes. A quadra fiscal são as unidades cujos lotes encontram-se inscritos no Cadastro de Contribuinte Imobiliário da Secretaria Municipal da Fazenda (SF). 6: SQ – Setor, Quadra – é o número de cadastro de uma quadra fiscal atribuído pela Secretaria Municipal da Fazenda (SF). 7: O mapa de quadras da Secretaria Municipal da Fazenda é uma base constantemente atualizada em razão das sucessivas alterações fundiárias que ocorrem na cidade de São Paulo.