2026
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As Quadras viárias são polígonos fechados, normalmente gerados a partir da restituição dos meios-fios e das linhas de delimitação do leito carroçável. Nas escalas 1:1.000 para área urbanizada e 1:5.000 nas áreas com baixa ou nenhuma ocupação. Processo feito por restituição fotogramétrica por recobrimentos aéreo nas escalas 1:5.000 e 1:20.000.
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Linhas de trem da Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM) e empresas concessionárias.
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Estações de trem da Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM) e das empresas concessionárias.
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Os Cadernos de Drenagem são estudos técnicos detalhados, desenvolvidos pela SIURB/PMSP com apoio técnico da FCTH, que analisa o sistema de drenagem urbana em uma área específica. Ele contém diagnósticos sobre a infraestrutura existente, identificação de áreas de risco de alagamento e propostas de intervenções para o controle de cheias. O estudo considera aspectos hidrológicos, hidráulicos e urbanísticos, propondo soluções sustentáveis para a mitigação de inundações e a melhoria da gestão da drenagem no município de São Paulo. Polígonos que representam as áreas de estudo de cada Caderno de Drenagem, abrangendo as bacias hidrográficas e, quando existentes, suas Áreas de Contribuição Direta (ACD). Essas feições geográficas são essenciais para a análise hidrológica e hidráulica, pois delimitam os territórios onde ocorrem o escoamento superficial, a interação com o sistema de drenagem urbana e os impactos das precipitações. A delimitação dos polígonos é realizada com base em modelos digitais de terreno, dados topográficos, cartográficos e cadastros da rede de drenagem, permitindo uma representação precisa das condições naturais e artificiais da bacia.
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Essa camada mostra as obras do sistema viário que exigem maior especialização construtiva, como pontes, viadutos, túneis etc. Foi construída com base no Mapa Digital da Cidade - MDC e auxílio das ortofotos de 2017.
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O arquivo retrata a classificação viária da cidade de São Paulo de acordo com o estabelecido na portaria DSV.G 018/19
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A camada considera os lotes que tiveram despacho decisório acerca da definição (ou não) como vila tendo como fundamento a Resolução nº 001/CTLU/2022, acolhida pelo Plano Diretor Estratégico (PDE), permitindo a aplicação, com mais clareza e segurança, do artigo 64 da Lei de Zoneamento, que estabelece restrições de construção para esses locais e seu entorno. Trata-se de um conjunto de lotes fiscais, abertos em conjunto com a via que dá acesso à eles, originalmente destinados à habitação, cujo acesso se dá por meio de via de circulação de veículos, de modo a formar rua ou praça no interior de uma quadra, com ou sem caráter de logradouro público. Considera-se, para fins de enquadramento de vila, documentos como decisões judiciais com trânsito em julgado e registros em cartórios de imóveis e situações muito comuns no passado como vilas formadas a partir de abertura de passagem de interior de quadra.
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Os dados disponibilizados no GeoSampa referem-se às decisões tomadas pela Comissão de Edificações e Uso do Solo (CEUSO) em relação à implantação do nível do pavimento térreo, publicadas na forma de pronunciamentos. Assim, cada ponto representa uma deliberação (pronunciamento). Os casos analisados e que passam por definição de nível do pavimento térreo se enquadram em uma ou mais situações expressas nos itens da Resolução/CEUSO/131/2018, sendo elas: I - Áreas sujeitas a alagamento; II - Restrição à construção de subsolo em terrenos contaminados e, quando exigido por órgão ambiental competente; III - Lençol freático em níveis próximos ao perfil do terreno; IV - Terrenos com declive ou aclive superior a 50% (cinquenta por cento) em relação ao logradouro ou aos imóveis contíguos; V - Áreas sujeitas a recalques e problemas geotécnicos. A comissão se reúne quinzenalmente e a camada é atualizada trimestralmente.
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É um instrumento que identifica e reconhece, por meio de placas, lugares e narrativas que constituem referências culturais da cidade. Representam destaques de grande relevância para a salvaguarda da memória e identidade dos diversos grupos existentes em São Paulo. A sinalização desses lugares é feita por placas azuis com 35 cm de diâmetro. Exemplos dessas narrativas significativas são acontecimentos históricos, festas, espaços de sociabilidade que marcaram gerações, locais relacionados à atuação de grandes personalidades, entre outros, que podem ter deixado de existir, mas que devem permanecer como lugares importantes na memória da cidade. A Resolução 13/Conpresp/2019 cria e regulamenta o instrumento Inventário Memória Paulistana. Os locais integrantes do Inventário Memória Paulistana são identificados no mapa por pontos de cor azul, com um balão em branco. Trata-se de uma camada em constante atualização.
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Localização das estações projetadas da Companhia do Metropolitano de São Paulo - Metrô.
Catálogo de Metadados Geográficos